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Pergunta 130 – Quais são os pecados superiores?


Os pecados dos superiores, além da negligência dos deveres que lhes são exigidos, são a ambição incontrolável, a busca desordenada da própria glória, repouso, proveito ou prazer; a exigência de coisas ilícitas ou fora do alcance de os inferiores poderem realizar; aconselhando, encorajando ou favorecendo-os naquilo que é mau; dissuadindo ou  reprovando-os naquilo que é bom; corrigindo-os indevidamente; expondo-os descuidadosamente ao dano, à tentação e ao perigo; provocando-os à ira, ou de alguma forma desonrando-se a si mesmos, ou diminuindo a sua autoridade por um comportamento injusto, indiscreto, rigoroso ou negligente.

Dentro do assunto abrangência do quinto mandamento (honra a teu pai e tua mãe), falaremos um pouco do que são as falhas dos que são denominados como superiores pelo catecismo maior, em nossas diversas relações sociais.

Quando falamos dos erros dos filhos para com os pais, sempre enumeramos facilmente erros como a falta de respeito, a falta de cuidado, o abandono e outras falhas que vemos costumeiramente ou que até praticamos como filhos. Já no caso dos superiores, fazendo um recorte somente na figura dos pais, tendemos a limitar as falhas destes à questão de provocarem a ira em seus filhos.

A resposta acima mostra o quanto podemos falhar como pais, empresários, líderes ou professores.

Em muitos momentos somos negligentes com nossos deveres para com aqueles que precisam de nós. Negligenciamos correção nos moldes bíblicos, negligenciamos esclarecimentos de regras, negligenciamos tempo de qualidade aos nossos filhos.

Pior ainda é quando passamos ao mau exemplo em nossas atitudes, seja como cidadãos, seja como embaixadores do reino, portadores da nova vida em Cristo. Em muitos momentos usamos o expediente da difamação, praticando a maledicência em frente aos ouvidos de nossos filhos ou subordinados.

Outro ponto a ser observado está na maneira de efetuarmos as correções naqueles que estão debaixo de nosso cuidado. Quando ela acontece, porque em muitos momentos estamos ocupados demais para ensinar, fazemos uso de nossa ira ou de nossa impaciência, transmitindo para eles um caráter maléfico na disciplina, não demonstrando que o exercício dela é prova de amor. Devemos nos lembrar, portanto do quanto o nosso Senhor tem sido misericordioso conosco e que ele nos ensina e nos corrige com amor.

Pais, patrões, líderes, autoridades: é tempo de sermos cheios do Espírito Santo!

Nossa sociedade clama por superiores que exerçam o governo de Cristo, que não tenham preguiça em corrigir, que sejam hábeis para ensinar e que protejam aqueles a quem o Pai lhes colocou sob cuidados. Precisamos do fruto do Espírito em nossos relacionamentos para não sermos tomarmos pela soberba nesse status de autoridade sobre alguém. Amor, mansidão, domínio próprio, bondade, devem fazer parte de nossas palavras, de nossas atitudes e de nossos pensamentos.

Que sejamos ensinados pelo Espírito Santo a colocar em prática todo bom conselho que o Senhor nos tem dado, e que assim capacitados, mostremos ao mundo as qualidades de bons superiores, que na realidade são escravos do grande Senhor e Rei, Cristo Jesus.

A Ele a glória, agora e no dia eterno!

 

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