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O QUANTO VOCÊ TEM TRABALHADO PARA TER O ALIMENTO?

Na sociedade moderna há um grande movimento dizendo ao ser humano que ele pode e deve se superar por meio de trabalho árduo e de seu próprio esforço. Por isso, hoje vemos tantas palestras e cursos voltados à autoajuda, alta performance e liderança com o propósito de colocar a pessoa como vencedora, enaltecendo suas conquistas.

No Catecismo Maior de Westminster, por meio da questão 193, “O que pedimos na quarta petição?” e baseada no texto bíblico de Mateus 6.11, são observadas as características sobre a oração ensinada por Jesus. Na resposta da questão, lemos: “na quarta petição, que é: ‘O pão nosso de cada dia nos dá hoje’- reconhecendo que, em Adão e pelo nosso próprio pecado, perdemos o nosso direito a todas as bênçãos exteriores desta vida, e que merecemos ser, por Deus, totalmente privados delas, tendo elas se transformado em maldição para nós, no seu uso; que nem elas podem de si mesmas nos sustentar, nem nós podemos merecê-las nem pela nossa diligência consegui-las, mas que somos propensos a desejar, obter e usar delas ilicitamente -, pedimos, por nós mesmos e por outros, que tanto eles como nós, dependendo da providência de Deus, de dia em dia, no uso de meios lícitos possamos, do seu livre dom e conforme parecer bem à sua sabedoria paternal, gozar de uma porção suficiente desses favores e tê-los continuados e abençoados para nós em nosso santo e confortável uso e contentamento; e que sejamos guardados de tudo quanto é contrário ao nosso sustento e conforto temporais”.

O homem em seu estado original, quando colocado no Jardim do Éden, tinha o direito de usufruir de tudo o que estava no jardim (Genesis 2.16) para o sustento necessário. Contudo, o texto de Gênesis 3.17 relata que, em razão do pecado, o homem passou a obter seu alimento com o suor do rosto e, então, ele passa a trabalhar, não apenas para adorar a Deus como é devido, mas também para obter o sustento.

Apenas aqueles que são cristãos conseguem reconhecer que em Deus há o verdadeiro sustento e é dele que recebemos a condição obtê-lo. Jacó , ao retornar para sua terra após anos de cuidado e proteção divina, reconhece que era indigno das misericórdias e fidelidade de Deus (Gênesis 38.10). O próprio Deus informa aos israelitas, no meio do deserto, que Ele é quem sustentava o povo de Israel (Deuteronômio 8.3).

De semelhante maneira, Agur relata em sua oração o desejo de que Deus o sustente com o que for necessário (Provérbios 30.8-9), destacando que se ele não tiver o necessário, poderá seguir por caminhos estranhos. Ele ora: “não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário; para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o SENHOR? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus”. Por isso, a vigilância do cristão deve ser constante, tendo em vista que o coração do homem é ganancioso (Jeremias 6.13, Oseias 12.7, Tiago 4.13-15) e sua busca natural é tentar obter as coisas além do que é necessário para a sua sobrevivência, como o homem da parábola sobre a avareza, relatada em Lucas 12.31-21.

Por isso é necessário que se reconheça a grandiosa misericórdia divina em sua vida e assim agradeça ao Senhor, a cada momento, por tudo o que ele tem suprido – e isto, além do que você tem esperado ou pedido a ele, pois Jeremias nos faz lembrar de algo primordial para a vida cristã: “As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim”, Lamentações 3.22.

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